
Personalidade, atitude e amor aos animais. Estes foram os fatores que determinaram o ingresso de Feliciano Filho no cenário político. Economista por formação, Feliciano mudou os rumos da sua vida profissional no dia 17 de abril de 2001, quando o destino fez com que sua cachorra Aila fosse perdida em Campinas. A procura pelo animal conduziu Feliciano até o Centro de Controle de Zoonoses local, onde ele se deparou com cenas de pura crueldade. Cerca de 150 animais dividiam o espaço em condições precárias de infra-estrutura e sobrevivência. Além disso, a carrocinha trazia mais cães, cujos destinos seriam o extermínio na câmara de gás ou tornarem-se cobaias para experimentos científicos em universidades.
Feliciano encontrou naquele instante sua missão na vida. Sentindo-se impotente com a complexidade do sistema, ergueu forças para reverter a situação. Como ativista, conquistou melhorias emergenciais mudando o paradigma do órgão municipal. Fundou a UPA-União Protetora dos Animais - entidade referência que atua na região de Campinas.
Ao inserir-se na vida pública, Feliciano teve condições de ir mais adiante.
Como vereador em Campinas, foi recordista em projetos de lei e inciativas em prol dos animais.
Eleito deputado estadual em 2006, sua maior conquista foi a criação da Lei 12.916/08, que dispõe sobre o controle populacional de cães e gatos nos CCZs de SP. Além de proibir a matança indiscriminada de animais sadios nos canis municipais, a legislação preconiza programas de esterilização e identificação sistemática.
O deputado foi reeleito no processo eleitoral de 2010 ao cargo ocupado na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo para dar continuidade ao trabalho que vem desenvolvendo em prol dos animais.
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