Desde 2008, a prefeitura de Sumaré aprovou uma lei em que apenas 29 perueiros estavam autorizados a realizar o transporte alternativo na cidade. Com isso, outros 11 perueiros que também realizavam o trabalho tiveram que parar as atividades. Mas desde o dia 31 de agosto, a justiça revogou a lei alegando irregularidades no processo de licitação.
Para protestar contra os 2 anos que ficaram sem trabalhar, os perueiros voltaram a trabalhar de forma irregular na cidade. Agora, a prefeitura encaminhou uma petição ao Tribunal de Justiça de São Paulo para esclarecer como fica o serviço de trnasporte alternativo. Confira os detalhes desse protesto na reportagem de Aline Ortolan.
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