Os pais do bebê de 1 ano e 5 meses ficaram desesperados ao receberem o comunicado da Unimed/Piracicaba com a recusa do auditor em aprovar o pagamento do remédio essencial para o tratamento da criança, que estava internado no Centro Infantil Boldrini, em Campinas.
O casal disse ter argumentado com o convênio médico sobre a importância do medicamento para a criança e ainda do pagamento dele pelo plano de saúde estar previsto por lei. Mesmo assim, não conseguiu a aprovação do remédio que custa mais de R$ 200,00 e não é vendido em famácias.
O bebê que recebera alta da primeira etapa do tratamento permaneceu no hospital até que o impasse fosse resolvido de maneira provisória pelo Boldrini. Confira os detalhes na reportagem de Vinícius Bueno.
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